como mulheres usam a inteligência artificial para transformar negócios e realidades

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Em novembro, celebra-se o mês do empreendedorismo feminino, com destaque para o dia 19, que é o dia oficial. No Brasil, empreender como mulher ainda representa um grande desafio, apesar do aumento da participação feminina no mercado. Segundo dados do Sebrae, dos quase 30 milhões de empreendedores do país, apenas cerca de 10 milhões são mulheres (33%).

Um estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) aponta que, nas últimas duas décadas, a taxa de mulheres que iniciam negócios mais que dobrou, passando de 6,1% no início dos anos 2000 para 10,4% entre 2021 e 2023. No mesmo período, a proporção de empreendedoras à frente de negócios já estabelecidos também cresceu, de 4,2% para 5,9%.

Mas são os principais desafios que as mulheres enfrentam para empreender atualmente? Especialistas ouvidos pelo ‘Ela’ comentaram sobre o assunto.

Ylana Miller, especialista em liderança feminina e CEO da Yluminarh aconselha que as mulheres devem acreditar no seu potencial, e se conectarem umas as outras. “Invistam em planejamento e gestão do tempo, aprendam a dizer não e evitem a autoexigência excessiva. Autoconfiança é fundamental, destaca.

A especialista também comenta a influência do empreendedorismo feminino no mercado de trabalho. “Mulheres criam empregos, promovem diversidade e fortalecem a economia local. Lideranças femininas priorizam inclusão, sustentabilidade e práticas participativas, valorizando aprendizado e troca entre equipe”.

Luciane Botto, especialista em liderança e futuro do trabalho, destaca que, quando uma mulher abre um negócio, há uma dupla carga: a de ‘fazer dar certo’ e a de provar que tem legitimidade. “Esse modelo mental de achar que é preciso dar conta de tudo sozinha e com perfeição é um dos maiores obstáculos. É necessário assumir o papel com coragem e aprender a lidar com a energia emocional, mental e estratégica que um negócio exige”, destaca.

Sobre conciliar responsabilidades familiares e gestão do negócio, Luciane explica: “Há fases em que o negócio precisa mais de você, e outras em que sua família precisa. O segredo não está em dividir o tempo igualmente, mas em estar inteira em cada papel. A culpa é que mais desequilibra, drenando a energia que poderia ser usada para criar, negociar e expandir”.

Segundo Luciane, a tecnologia tem ajudado neste movimento, ampliando possibilidades e trazendo uma flexibilidade que antes era impensável para muitas mulheres. “O desafio é usar a tecnologia como ferramenta de expansão, e não de escravidão. Quem entendeu isso cria negócios que cabem na vida, e não vidas que cabem no negócio”, complementa a especialista.

Além dos impactos naturais para empreende, há outro fator que surgiu como desafios para mulheres empreendedoras: a tecnologia, principalemte com a chrgada da inteligência artificial (IA).

Nathalia Andrello, empreendedora de uma marca de cosméticos, reforça que a tecnologia potencializa o protagonismo feminino na sua empresa: “Aqui na Orgânico Natural, muitas lideranças são mulheres, e a tecnologia tem potencializado esse protagonismo, permitindo testar ideias e tomar decisões de maneira mais assertiva”, explica.

A empreendedora explica que o uso da tecnologia, principalmente da inteligência artificial, tem organizados os processos na empresa, e acaba auxiliando no crescimento feminino nos negócios: “A IA é usada para organizar operações, automatizar atendimentos e analisar resultados com mais agilidade e precisão. Isso amplia a voz feminina dentro dos negócios, fortalecendo a capacidade de inovar e liderar”, afirma.

Maria Eduarda Subtil, especialista em inteligência artificial e CMO da IPV7, explica que a chegada da IA abriu uma nova fronteira de oportunidades no empreendedorismo feminino. “A IA está presente na operação de praticamente qualquer negócio, seja em automação, atendimento, marketing ou finanças. Ela libera tempo e permite que empreendedoras foquem em estratégia e crescimento”, explica.

“Mulheres que unem visão estratégica e sensibilidade de gestão estão ocupando esse espaço, conectando eficiência tecnológica com visão humana e estratégica”, complementa a especialista.

Ela acrescenta que a IA está presente na operação de praticamente qualquer negócio, mas deixa um alerta: “A tecnologia não substitui o olhar humano, mas potencializa quem sabe usá-la a favor do negócio”.

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