Uma técnica inovadora de criação de prompts chamou a atenção no mundo da inteligência artificial. Compartilhada por Greg Brockman, presidente da OpenAI, a estrutura foi desenvolvida por Ben Hylak, ex-designer da Apple, e promete revolucionar a interação com o ChatGPT.
A proposta é criar prompts mais eficazes e precisos, extraindo o máximo das capacidades dos modelos de linguagem.
A abordagem é focada principalmente nos modelos ‘o’ do GPT, como o o1 e o o3, mas pode ser aplicada com sucesso ao GPT-4. Isso se deve à capacidade de adaptar a técnica a qualquer necessidade, proporcionando respostas mais detalhadas e relevantes.
Os 4 pilares do prompt
Se sua ideia é evitar respostas genéricas, comuns quando os usuários não especificam claramente suas demandas ao ChatGPT, confira algumas dicas.
1. Objetivos claros
O primeiro passo na construção de um prompt eficiente é definir objetivos claros. É essencial limitar a solicitação, assim como um tweet de 280 caracteres, para garantir foco.
As metas devem ser inequívocas, permitindo que o GPT compreenda exatamente o que se espera dele.
2. Formatação da resposta
Após estabelecer os objetivos, é crucial indicar como se deseja receber a resposta. Este passo ajuda o programa a fornecer informações da maneira exata esperada, aumentando a eficiência do processo.
A clareza nesse quesito é vital para que a inteligência artificial trabalhe de forma precisa.
3. Alertas e avisos
É importante incluir alertas e avisos no prompt, já que modelos de inteligência artificial podem criar informações fictícias, e garantir que os dados cruciais sejam verificados é fundamental. Deixando claro o que não se deseja, torna-se possível evitar erros comuns.
4. Contextualização completa
Enriquecer o prompt com contexto é o último pilar. Informar o máximo possível sobre a situação e as preferências do usuário ajudará o GPT a fornecer respostas mais adequadas, pois permite que a inteligência artificial compreenda o cenário e adapte suas respostas conforme necessário.